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Archive for março \25\UTC 2008

carlos-ortega-guerrero.jpg Entusiasmado com o projeto da I Bienal, o poeta e adido cultural da Embaixada do México, Carlos Ortega Guerrero, avisou que quer trazer cinco poetas mexicanos para participar do encontro de setembro. Em Brasília há apenas dois meses, Guerrero fez uma visita de cortesia, na véspera do feriadão da Semana Santa, ao coordenador-geral da I BIP,

Antonio Miranda, em seu gabinete na Biblioteca Nacional, e afirmou sua disposição de ajudar a traduzir os poetas mexicanos para que possam apresentar seus poemas ao público e participar da Antologia Oficial da I BIP.

Casado com a poetisa María Romeu, o diplomata pretende também definir os critérios para as indicações. Idade não importa, disse ele, mas têm de ser nomes conhecidos, premiados e traduzidos a outros idiomas. Guerrero não quis adiantar os possíveis convidados, mas disse que se publica muita poesia no México e que há boas revistas literárias.

Apenas para efeito de conhecimento dos nomes mais expressivos da poesia mexicana contemporânea, citou: Rubén Bonifaz Nuño; Eduardo Lizalde; José Luiz Pacheco; Gabriel Zaid; Marco Antonio Campos; Julio Trujillo, entre outros. Entre as poetas que considera de alta qualidade literária, citou: Rosário Castellanos; Elsa Cross; Pura López Colomé; Tedi Lopez Mills; Verónica Volkov; Coral Bracho; e a esposa, María Romeu.

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Carlos Ortega Guerrero é autor de Travessia (poemas) e de outros três livros e ganhou o Prêmio de Cuento Policiaco de la Ciudad de México (1988) e o Prêmio Nayarit de Poesia (1974). María Romeu publicou três títulos, entre eles, Dientede león y Los Motivos de Jaín, e recebeu o Prêmio Nacional de Poesía Carlos Pellicer, em 1979. O casal irá participar das leituras

de poesia estrangeira na I BIP.


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Começam a chegar às mãos dos organizadores da I BIP os DVDs sobre textos poéticos que serão projetados no Poemação. Um deles é Nos Rodean (They Surround Us), baseado em três poemas escritos pelo chileno Aristóteles España, quando, aos 17 anos, tornou-se o mais jovem prisioneiro do golpe militar que abateu o governo de Salvador Allende, em 11 de setembro de 1973.

O curta-metragem documenta os poemas Chegada/ Apontamentos/ Partida, em que Aristóteles se vê submetido aos seus carrascos, no campo de concentração da Ilha de Dawson, acusado de ser “um indíviduo perigoso para o Estado”.

Com direção, produção e cenografia de José Antonio Goicuria, Nos Rodean é poesia em forma de denúncia à violação dos direitos humanos. Apresenta o adolescente Erico Monge no papel do poeta torturado e narrador dos poemas, que ganharam legendas em Português com tradução de Antonio Miranda.

O projeto POEMAÇÃO foi pensado para ocupar diferentes espaços na cidade, com a seguinte fórmula: propõe alternar uma leitura de poemas, um recital de música e a projeção de um clipe poético, cada um ocupando o palco por no máximo cinco minutos, em uma programação que pode durar horas – dependendo da manifestação do interesse de poetas, músicos e cineastas/dvdeastas em participar.

Em princípio, as sessões de Poemação estão garantidas nos Cafés Literários da Feira do Livro e do Conjunto Cultural da República, mas também no hall do Cine Brasília, compartilhando espaço e programação com o Cena Contemporânea, projeto que recentemente fechou parceria com a I BIP.

Pretende-se ainda que o Poemação se estenda a bares e cafés-livrarias. Um que já manifestou interesse em organizar é o Beco, do Café da Rua 8, sob comando e coordenação da jornalista Ana Cristina Vilela.

Há outras duas propostas já acertadas para o projeto, embora ainda sem definição do local de apresentação. Uma vem do grupo Oi Poema, formado por Luís Turiba, Amneres Santiago, Nicolas Behr, Bic Prado e Cristiane Sobral. A outra é da Faculdade Evangélica (FE), de Brasília, sob comando dos professores do Curso de Letras Cláudia Schmeiske e Paulo Custódio, o poeta Paco Cac.

Mais uma, vinda da presidente do Sindicato de Escritores do Distrito Federal (SEDF), Meireluce Fernandes. E ainda outra proposta: um Poemação inteiramente dedicado a cordelistas, que prevê um desafio com rapeiros. Este, a ser coordenado pelo poeta Gustavo Dourado, e o da SEDF já estão programados para realização no Café Literário da Feira do Livro de Brasília.

POEMAÇÃOFique de olho e colabore nesta empreitada, aberta a quantos queiram participar. Se você é poeta, músico ou cineasta/dvdeasta escreva para bip.brasilia@gmail.com propondo sua apresentação.

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A

 Bienal Internacional de Poesia de Brasília foi o tema principal da entrevista de Maurício Melo Jr. com Antonio Miranda, gravada para o programa Leituras, da TV Senado, para ir ao ar nos próximos 5 e 6 de abril. A Biblioteca Nacional de Brasília, a trajetória literária de Miranda e as diversas tendências da poesia atual foram os outros temas abordados. 

O bate-papo ressaltou a importância da BIP quanto a favorecer a aproximação da poesia brasileira em especial com a da América Latina, além do caldeirão de novas formas poéticas que têm surgido com o uso de imagens e sons agregados à palavra – fenômeno que a Bienal irá evidenciar, entre as várias tendências que estarão à mostra em recitais e exposições. 

Panamenhos e argentinos A Embaixada do Panamá vai trazer seis poetas para participar da Bienal, dois deles já confirmados: Hector Collado e Martin Testa Garibaldo, ambos já traduzidos para o Português. Da Argentina virão dois poetas convidados pela Embaixada, cujos nomes dependem ainda da indicação de Buenos Aires, além de vários outros que se organizam para estar presentes por outros meios.      

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O

 poeta brasiliense Nicolas Behr esteve no dia 13/3 na Biblioteca Nacional para propor à Bienal um projeto de poesia visual de denúncia, que irá ocupar um espaço de cerca de 3m x 5m. Disse que não revela o tema nem como será resolvida a proposta, mas adiantou que vai usar a carcaça de um automóvel e que a organização da BIP precisará apenas indicar o local onde “estacioná-la”. “Não se preocupem que tudo sairá do meu bolso, vocês não terão que arcar um centavo com o meu projeto”, avisou o autor do já clássico da poesia marginal, Chá com Porrada.

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O

 Ministro Conselheiro da embaixada coreana, Dong Hun Yu, está empolgado com a possibilidade de a Coréia participar da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília (I BIP). Segundo afirma a assessora de Relações Públicas, Marcela Formiga, a Embaixada já está em contato com o país à procura de um poeta que tenha interesse em vir atuar nas sessões de leituras de poesia estrangeira da programação da Bienal.

Em visita ao diretor da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) e coordenador do evento, Antonio Miranda, o conselheiro Yu se dispôs também a colaborar com o programa de acervamento em curso da BNB. Miranda disse que é uma honra para a Biblioteca poder difundir a poesia coreana por meio da Bienal, e agora também os títulos em prosa e o material digital que a embaixada se dispõe a doar às coleções em organização.  

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P

or meio dos conselheiros de Cooperação e Ação Cultural, Chantal Haage e Jérémie Desjardins, a Embaixada da França está em entendimento com a Biblioteca Nacional quanto às linhas de apoio à I BIP – entre as quais, a vinda de especialistas em poesia e de um poeta francês para a Bienal. Emmanuel Hocquard, poeta de trânsito internacional e que já tem textos traduzidos para o português, é o indicado como um dos mais prováveis para vir abrilhantar o evento. Falta apenas a confirmação.

emmanuel-hocquard.jpg Emmanuel Hocquard nasceu em Cannes, em 1940, e cresceu em Tânger, no Marrocos. Diretor de gabinete de Un sur l’Atlantique – que funciona como uma associação para promover as relações entre poetas franceses e americanos –, é autor de vários livros, traduzidos para o inglês por Michael Palmer, Norma Cole e Rosmarie Waldrop, entre outros. Hocquard é ele próprio também tradutor,

para o francês, do trabalho de Charles Reznikoff, Paul Auster, Michael Palmer e Benjamin Hollander.

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A Ponta do Iceberg

ANTONIO MIRANDA, A Ponta do Iceberg, publicado originalmente no Correio Braziliense, em 26/01/2008. Leia: http://quasehai.blogspot.com/2008/01/ponta-do-iceberg.html 

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