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Archive for junho \25\UTC 2008

A programação da I BIP ganha uma extensão às cidades satélites, extrapolando Brasília e alcançando assim uma parte do Distrito Federal. Todas as nove unidades que o SESC mantém espalhadas no DF preparam-se para respirar poesia durante toda a

semana de realização do evento. Do papel que forram as bandejas dos restaurantes da instituição a saraus, performances, shows e exposição, tudo estará impregnado de poemas, garante Juliana Valadares, coordenadora de Cultura do SESC.

Com essa generosa parceria, a Bienal estará presente no Guará, no Gama, na Ceilândia e em Taguatinga Norte e Sul; assim como no Setor de Indústrias Alimentícias (SAI) e na 913 Sul, na 504 Sul e no Setor Comercial Sul, já dentro no Plano Piloto.

A programação da I BIP no SESC está sendo tramada junto a cada uma das demais unidades e será divulgada logo que confirmada, para que o público possa já ir selecionando o que vai querer assistir. A oferta não será pequena, mas Juliana Valadares revela apenas algumas das atividades que irão a cartaz.

O espetáculo As Mil Folhas Peladas do Poema (foto), dirigido por Gê Martu e Luciana Martuchelli será apresentado no Teatro Paulo Autran, em Taguatinga Norte. Manuela Castello Branco, na pele da palhaça Matusquella, fará uma intervenção poética no SESC Gama. A exposição de poesia visual do mineiro Mário Rosa estará na Ceilândia. E o projeto Brincando com as Histórias, incluirá a leitura de poesias nas satélites onde o SESC mantém suas escolas.

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A Mostra de Cinema-Poesia da I BIP, que irá ocupar o Cine Brasília na primeira semana de setembro, vai oferecer oito imperdíveis filmes sobre poetas brasileiros. Em dois longas, um média e cinco curtas, entre ficção e documentário, todos premiados, o público vai ver a história e a poesia de Castro Alves, Cruz e Sousa, Cora Coralina, Cassiano Nunes e Paulo Leminski, Waly Salomão, Chico Alvim, Chacal e Helena Kolody.

Os dois longas narram a conturbada e apaixonada trajetória de Castro Alves (Retrato Falado do Poeta), sob a direção magistral de Silvio Tendler; e de Cruz e Sousa (O Poeta do Desterro), o primeiro simbolista brasileiro, biografado por Sylvio Back. Entre os curtas está mais um de Back, A Babel da Luz, em que o polêmico cineasta e poeta catarinense revela a poetisa sulista Helena Kolody, então com 80 anos.

Outra poetisa protagonista da mostra é a goiana Cora Coralina, homenageada em dois belos curtas pelos cineastas brasilienses Waldir Pina (Cora Coralina: O Chamado das Pedras) e Armando Lacerda/Vicente Fonseca (Cora Doce Coralina). Também de Brasília é a produção de Viva Cassiano!, com que Bernardo Bernardes celebra o poeta Cassiano Nunes, patrimônio da literatura brasiliense, falecido no ano passado.

Assaltaram a Gramática, de Ana Maria Magalhães, apresenta em linguagem de videoclipe os poetas da geração chamada marginal, Paulo Leminsky, Chico Alvim, Waly Salomão e Chacal numa ficção performatizada. Raridade, o documentário homenageia Ana C. César e tem Lulu Santos, os Paralamas e Scarlet Moon na canção-tema. A mostra da BIP traz ainda o desenho animado O Poeta, de Paulo Munhoz, filme premiadíssimo e que tem novamente Leminsky na trama, além de Fernando Pessoa.

Mostra de Cinema Poesia na I BIP – No Cine Brasília: 4 e 5/9, às 20h: A Babel da Luz (Sylvio Back) e Cruz e Sousa, o Poeta do Desterro (Sylvio Back). 6 e 7/9, às 20h: Cora, Doce Coralina (Armando Lacerda e V. Fonseca) e Castro Alves – Retrato Falado do Poeta (Silvio Tendler). 4 a 7/9, às 16h30: O Poeta (Paulo Munhoz), Cora Coralina – O chamado das pedras (Waldir Pina), Assaltaram a Gramática (Ana Maria Magalhães) e Viva Cassiano! (Bernardo Bernardes). Saiba mais sobre os filmes em:

http://www.bienaldepoesia.unb.br/filmes.html

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