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Archive for setembro \07\+00:00 2008

Hoje, 07 de setembro, em meio às celebrações e desfiles militares na Esplanada dos Ministérios, estaremos com uma agenda ampla e variada em muitos espaços da cidade, como é possível conferir no Catálogo-Programa distribuído, que inclui espetáculos de teatro com o Cena Contemporânea, sessões de poesia e música  na 27ª Feira do Livro  e em cidades satélites , exposições de poesia e instalações na Biblioteca Nacional, no Museu Nacional e na Biblioteca Central da UnB , Mostra de Cinema Poesia no Cine Brasília, Poemação de Cordel e Rap e leitura no BiblioSESC estacionado no Conjunto Cultural da República  e,  culminando, congraçamento e performances em bares e cafés-concerto da cidade. Vale a pena conferir  em www.bienaldepoesia.unb.br

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Auditório do Museu

Auditório do Museu

Auditório do Museu sedia recitais de poetas estrangeiros, hoje e amanhã

Nesta sexta, 5 e no sábado, 6, a I BIP faz mais uma rodada de leituras de poemas com os poetas estrangeiros e nacionais convidados do evento, no auditório do Museu Nacional, sempre com entrada franca e, o mais importante, com os versos traduzidos e projetados em telão. Hoje serão duas sessões – a primeira, com início às 19h e a segunda, às 21h, após intervalo para um coquetel de confraternização entre poetas e público. Manuel Pantigoso, um dos maiores poetas peruanos, é um dos destaques da segunda sessão, que terá também a participação de Jorge Tufic, considerado um dos mais importantes nomes da poesia brasileira atual.

Amanhã as sessões de récitas serão no mesmo horário das de hoje, e mais uma, com início às 17 horas. Um dos destaques é a poetisa Alice Ruiz, viúva de Paulo Leminski e especialista em haicais (poesia em três versos, de origem oriental), e também outro peruano, o poeta Antonio Cisneros.

Todas as sessões são conduzidas por poetas brasilienses de renome. Nas de hoje, os anfitriões são Santiago Naud e Lina Tâmega Peixoto; nas de amanhã, são mestres de cerimônia Vera Americano, Joanyr Oliveira e João Carlos Taveira (programa e nomes abaixo).

Ontem, na sessão inaugural, o anfitrião foi o poeta Chico Alvim, que se confessou emocionado com a quantidade de poetas de vários países latino-americanos e alguns europeus reunidos nesse encontro em Brasília. A segunda sessão foi conduzida pelo poeta, romancista, contista e ensaísta Ronaldo Costa Fernandes. O público ouviu no total nove poetas da América do Sul, um de Portugal, um do México e dois da Espanha, e apenas uma brasileira, a paraibana Zélia Bora. O espanhol Eduardo Garcia foi um dos mais aplaudidos, assim como o representante mexicano, Fábio Morábito, que arrancou aplausos do público em especial para o seu poema Oreja (Orelha).

Sessões Magnas de Sexta, 5, e Sábado, 6

5, sexta-feira
19h a 20h30
Anfitriã Lina Tâmega Peixoto

Astrid Cabral (Brasil)
Eduardo Mora-Anda (Equador)
Wilfredo Machado (Venezuela)
Matías Lockhart (Argentina)
Betty Chiz (Uruguai)

5, sexta-feira
21h a 22h30
Anfitrião Santiago Naud

Manuel Pantigoso (Peru)
Verónica Volkow (México)

Jorge Tufic (Brasil)
Enrique Hernández (Venezuela)
Hector Collado (Panamá)

6, sábado
17h a 18h30
Anfitriã Vera Americano

Testa Garibaldo (Panamá)
Roberto Bianchi (Uruguai)
Aricy Curvello (Brasil)
Antonio Cisneros (Peru)
Alice Ruiz (Brasil)
Juan Carlos Reche (Espanha)

6, sábado
19h a 20h30
Anfitrião Joanyr Oliveira

Vadinho Velhinho (Cabo Verde)

Carlos Ortega (México)

Henryk Siewierski (Polônia)
Juan Carlos Pajares (Espanha)

Miguel Angel Zapata (EUA)

Kátia Chiari (Panamá)

6, sábado
21h a 22h30
Anfitrião João Carlos Taveira

Sofia Vivo (Uruguai)
Diego Mendes Sousa (Brasil)
Elena Medel (Espanha)
Márcia Theophilo (Brasil)
Miguel Márquez (Venezuela)
María Romeu (México)
Arthur Arriscado (Angola)

Waldir Araújo (Guiné-Bissau)

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Poetas Martinica

Foto: Poetas Martinica

Alguns dos profissionais brasilienses que vivem entre a linguagem veloz da imprensa e a arte de lapidar a palavra com a precisão de um ourives se apresentam ao público do Café Martinica (CLN 303, bloco A), neste sábado, a partir de 21h30, dentro da programação do Poemação, evento que integra a I Bienal Internacional de Poesia de Brasília (BIP). Num palco montado no jardim do Café, um grupo se apresentou na noite de quinta-feira, 4, mobilizando atenção e arrancando aplausos da clientela do espaço. Outros dois grupos farão récitas, amanhã, sábado, 6, e também nesta sexta, 5.

São eles: Alexandre Marino, Angélica Torres, Ariosto Teixeira, Carla Andrade, Guido Heleno, Julliany Mucury, Luiz Martins, Menezes y Moraes, Fernando Marques, Paulo José Cunha e Vicente Sá, além dos músicos Anand Rao, Aloísio Brandão, Ivan Sérgio e de vários convidados da Bienal, vindos de outras cidades do Brasil, como os poetas Ronaldo Werneck (MG) e Rubens Jardim (SP) e o músico Octávio Scapin (GO).

Nesta sexta, 5, é a vez do coletivo OiPoema, formado pelo jornalista e poeta Luís Turiba junto com Amneres Santiago, Bic Prado, Cristiane Sobral, Nicolas Behr e Paulo Djorge, dar seu recado poético no Martinica. O Poemação dos jornalistas escritores chamou atenção até mesmo de uma aluna da Universidade de Brasília, Marcela Heitor, que vai produzir um livro sobre o drama de conciliar a profissão de jornalismo com a poesia, e que diz ter gostado muito do recital no Martinica.

Ainda nesta noite de sexta, o grande frisson é para o Poemação BIPimenta no Café Savana (CLN 116), onde estão sendo aguardados os poetas Sylvio Back, Rui Mascarenhas e Ronaldo Werneck para recitarem poesias hetero e homoerótica.

Ontem, 4, o Poemação do T-Bone levou grande público para assistir a chilena Susy Morales e os brasileiros Diego Mendes (PI), Regina Pouchain (RJ), Alice Ruiz (SP), José Geraldo Neres (SP). A platéia invadiu as duas pistas com cadeiras, praticamente interrompendo o trânsito da entrequadra 116. Alice Ruiz e Regina Pouchain acharam “muito interessante falar poesia à porta de um açougue cultural”.

Também o Poemação do Café Rayuela (412 Sul) da noite de quinta foi um sucesso de público. Poetas convidados, como Ronaldo Werneck (MG), Astrid Cabral (RJ) e Lina Tamega Peixoto (DF) elogiaram o local e a receptividade dos proprietários e do público presente. Mais sucesso ainda fez o Poemação da Barca Brasília, que também ontem levou para navegar no Paranoá e recitar poemas, entre outros, Betty Chiz (Uruguai), Mathias Lockhart (Argentina) e Rubênio Marcelo (MT).

Programação do Poemação , SÁBADO, 6/9

CAFÉ MARTINICA

Com poetas jornalistas convidados

6/09/2008 – 21h30

Bistrô BOM DEMAIS – CCBB

6 e 7/09 – de 15h a 20h

CAFÉ BALAIO 202 Norte

6/9 – a partir de 20h

RAYUELA BISTRÔ 413 Sul

6/09 – 21h30

BARCA BRASÍLIA Lago Paranoá

Com poetas estrangeiros e músicos convidados

Partida e chegadaCais do Bay Park

6/09 – de 16h30 às 19h

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Poetas estrangeiros e nacionais

Local: Auditório do Museu Nacional – Conjunto Cultural da República

Dias e Horário: de Quarta-Feira 03 set. a Sexta-Feira 05 set.:

Sessões a partir das 19 horas até às 22.30 hs.

Sábado dia 06 set: a partir das 17 horas até 22.30 hs – 3 sessões consecutivas: )

Sexta-feira 05 set. no intervalo da Sessão Magna:

Lançamento do livro

ANTOLOGIA POÉTICA

de MANUEL PANTIGOSO ,

da Editora Thesaurus

Distribuição Gratuita dos livros:

Poemário da I BIP

Tributo ao Poeta

Antologia dos Poetas de Brasília

ENTRADA LIVRE

www.bienaldepoesia.unb.br

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Claufe Rodrigues e Mônica Montone

Claufe Rodrigues e Mônica Montone

No dia 5 de setembro, a partir das 22 horas, no palco da Praça do Conjunto Cultural da República estará se apresentando o casal de poetas cariocas Claufe Rodrigues e Mônica Montone, com o espetáculo Na Boca do Sol, que mescla poesia e música com humor e lirismo.  O evento faz parte da programação da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília (I BIP).

O poeta, jornalista e compositor Claufe Rodrigues tem cerca de 10 livros publicados, entre eles Escreva sua história (Ed. Five Star), Amor e seus múltiplos e Roman-se (Ed. Record) e 100 anos de poesia – um panorama da poesia brasileira no século XX (O Verso Edições – já esgotado).

Na TV, Claufe dirigiu e apresentou o programa de poesia Palavrão, no Canal Brasil. Como editor de literatura da Globo News, desenvolve projetos especiais, como a série exibida este ano Fernando Pessoa, o poeta fingidor.

Mônica Montone é autora do livro Mulher de Minutos e participou das antologias poéticas Ponte de Versos, República dos Poetas e Seleta de Natal, poemas, Poesia Sempre, Poesia do Brasil, dentre outras.

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Sylvio Back, Ronaldo Werneck e Rui Mascarenhas (foto ao lado) fazem o trio apimentado do programa de recitais da BIP. Na sexta-feira, 5, a partir de 22h30, o Café Savana (116 Norte) recebe os três poetas convidados da Bienal para leituras de poesias hetero e homoeróticas.

No Poemação BIPimenta no Savana, que está despertando enorme atenção, os autores vão também lançar seus livros: Sylvio Back, com As mulheres gozam pelo ouvido (Demônio Negro, SP, 2008); Mascarenhas com Meiohomem; e Werneck com Revisita Selvaggia e Noite Americana – Dorys: Day By Night – desses dois livros de Ronaldo Werneck surgiram DVDs poéticos que serão projetados como mais uma atração do Poemação no Café Savana.

Os três poetas estarão atuando ainda noutros programas da BIP pela cidade. Os DVDs de Werneck serão projetados no Cineclube do Café Balaio, quinta, dia 4, às 20h. Sylvio Back estará na Feira do Livro, quinta, 4, às 19h, para uma leitura de seus principais poemas eróticos, antecedida de uma introdução à história da poesia erótico-fescenina desde o Egito, Grécia e Roma Antiga, até os dias atuais, inclusive, no Brasil. E Rui Mascarenhas foi convidado para uma récita na Biblioteca Pública do Núcleo Bandeirante.

Sylvio Back, com As mulheres gozam pelo ouvido, discorre sobre partes erógenas, os precipícios do corpo e as estripulias do ato sexual sem rebuços ou meios-tons. “A poesia empurece qualquer palavra. Não há palavra impura para o poeta”, enfatiza. Essa é a quarta incursão do cineasta-poeta catarinense no gênero.

Ronaldo Werneck nasceu em Cataguases (MG) e é também jornalista.Morou mais de 30 anos no Rio, onde atuou em vários jornais, e desde 1998 voltou a residir em Cataguases. Publicou Pomba Poema e Cataguases é Cachoeira, em homenagem aos 100 Anos de Humberto Mauro, entre outros.

Rui Mascarenhas nasceu em Salvador (BA) e viveu a adolescência em Brasília, na década de 70. Vem se destacando com sua obra de intertextualidade diversa e autêntica e participando de recitais pelo Brasil. Está produzindo Todos um pouco loucos! para lançar no final do ano. Na foto ao alto, ele, simpaticamente, manda aquele abraço baiano à equipe da BIP e parceiros.

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O poeta paulistano Rubens Jardim, 62 anos, que fez parte da Catequese Poética nos anos 60, lançará no final desta tarde, na Mini-Feira do Livro de Poesia da I BIP, na Biblioteca Nacional de Brasília, um livro homenagem ao centenário de Guimarães Rosa. Trata-se de Carta ao Homem do Sertão, uma espécie de poema-montagem feito em cima de textos do Grande Sertão Veredas. O livro, de 44 páginas, em papel reciclado, e em formato bastante original, possui um grande número de ilustrações – e no final, uma série de notas explicativas.

Na orelha deste livro é possível situar o poeta Rubens Jardim como integrante do núcleo central da Catequese Poética, movimento iniciado por Lindolf Bell (1964), com o objetivo de arrancar o poeta da torre de marfim e lançá-lo na luta para a conquista de todos os espaços possíveis – para o poema e para o poeta.

Rubens Jardim publicou alguns livros de poemas, como Ultimatum e Espelho Riscado, e vem participando de diversas antologias. Caso de Paixão Por São Paulo (SP), Antologia Poética da Geração 60 (SP), Poesia Del Brasile D’Oggi (68 Palermo), Letras de Babel (Montevideo) e Rayo de Esperanza (Madri). Visite o site do autor www.rubensjardim.com .

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QUARTA- FEIRA, 3 DE SETEMBRO ABERTURA DO SIMPÓSIO DE CRÍTICA DE POESIA NA UNB
QUINTA- FEIRA, 4 DE SETEMBROSIMPÓSIO DE CRÍTICA DE POESIA

SEXTA- FEIRA, 5 DE SETEMBRO SIMPÓSIO DE CRÍTICA DE POESIA

SÁBADO, 6 DE SETEMBROSESSÕES MAGNAS

DOMINGO, 7 DE SETEMBROPOEMAÇÃO

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Ricardo Rodrigues

Foto: Ricardo Rodrigues

Nesta quarta-feira, 3 de setembro, às 19 horas, será realizada na capital federal a abertura da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília (I BIP), evento que reunirá as novas tendências da poesia contemporânea brasileira e internacional – escrita, falada, cantada, visual, performática e digital. A cerimônia tem lugar no auditório do Museu Nacional de Brasília, com a presença de poetas homenageados e artistas convidados, representantes das embaixadas que patrocinam a vinda dos participantes estrangeiros, autoridades do governo federal e distrital e público em geral.

Destaques – Um dos destaques da cerimônia é o recital poético-musical Fale-me de Amor, do Grupo VivoVerso, da UnB, concebido e dirigido pela poetisa e professora Sylvia Cyntrão. O espetáculo vai enfatizar a vertente lírica do poeta mineiro, que antes da apresentação fará a palestra As muitas vidas e muitas mortes da Poesia. Sant’Anna é o poeta homenageado do Simpósio de Crítica de Poesia.

Outros destaques são o lançamento do Poemário da I BIP – que reúne poesias selecionadas dos convidados nacionais e estrangeiros – e a entrega de prêmios aos três estudantes superdotados classificados no Concurso Talento Literário/Poesia em Superdotação. Junto com eles, no auditório do Museu, estarão todos os jovens poetas representantes das Unidades da Federação selecionados no concurso.

O encerramento da noite se dará com o concerto poético-musical Canto Latino América, da cantora chilena Elga Perez-Laborde, no Auditório do Museu Nacional, a partir de 22h30. Nele, Pérez-Laborde interpreta as vozes poéticas de Garcia Lorca e Pablo Neruda, José Marti e Violeta Parra, Chico Buarque e Antonio Miranda, dentre outros. O teatrólogo peruano Mario Delgado e a poetisa brasiliense Aglaia Souza declamam poemas de Fernando Pessoa, Cecília Meireles, Cassiano Nunes e outros. Participam ainda os violonistas Carlos Pascoal e Felipe Valoz; Kátia Almeida no violoncelo e piano e Jorge Macarrão na percussão.

Abertura da I BIPÀs 19h de quarta-feira, 3, no Auditório do Museu Nacional, com apresentação dos poetas homenageados; premiação dos estudantes-poetas superdotados; palestra de Affonso Romano de Sant’Anna; recital do Grupo VivoVerso (UnB); e o espetáculo Canto Latino América.

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A I Bienal Internacional de Poesia de Brasília (I BIP) vai promover uma confraternização entre poetas que vão lançar livros no evento. Às 17h de quarta-feira, 3, um lançamento simbólico dos títulos será feito nos pilotis da Biblioteca Nacional de Brasília, incluindo as três antologias preparadas especialmente para a ocaisão: o Poemário da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília (SEC/BNB, DF, 2008); a Antologia Tributo ao Poeta (SEC/BNB, DF, 2008); e Deste Planalto Central – Antologia de Poetas de Brasília (Thesaurus Editora/FAC- DF, 2008. Organização:Salomão Sousa).

O coordenador-geral da BIP, Antonio Miranda, enfatiza que os livros expostos poderão ser comercializados na 27ª Feira do Livro de Brasília, onde os poetas que desejarem poderão deixar exemplares em consignação. Recomenda, entretanto, para praticarem preços bem acessíveis (R$ 10 ou R$ 5, sugere), uma vez que se trata de um encontro inteiramente dedicado à poesia. Além de livros, o lançamento vai incluir produtos criativos que envolvam versos, como as camisinhas poéticas do maranhense JC Ramos Filho, e os Ímãs com Rimas, que o poeta e jornalista Paulo José Cunha prepara com um grupo de colegas

OS TÍTULOS – Alguns poetas escreveram para a Organização da Bienal, indicando os livros que irão lançar e expor. São eles:

Antologia Pessoal (Thesaurus, 2008), de Manuel Pantigoso (Peru); Dawson (Thesaurus, 2008), de Aristóteles España; Os Transparentes (Ed. Casa das Musas, DF), de Florence Dravet; Os Ossos da Luz, de Gustavo de Castro; Diz (Ed. Casa das Musas, DF), de Francisco Kaq; O Realejo e Breviários, de Luiz Martins da Silva; Poesia Disponível para Aventuras (Editora da UCG, 2008), de Nádia Timm; Entre Elas e Eva – Poemas em Verso e Prosa, de Amneres Santiago; Meiohomem (Edição de autor. Salvador, 2007), de Rui Mascarenhas; Bar do Escritor, de Giovani Lemini; Carta ao Homem do Sertão e Cantares da Paixão (Editora Pau Brasil), de Rubens Jardim; Raia-me Fundo o Sonho tua Fala, de Marcos Freitas; Revisita Selvaggia (Ibis Libris/Poemação Produções) e Noite Americana – Dorys: Day by Night (Ibis Libris/Poemação Produções. RJ. 2006), de Ronaldo Werneck; Encontros Encantos (1998) e Entre Céu e Mar (2007), de Ana Suely Lopes; Conjugação de Pingos de Chuva (LGE/FAC, DF, 2007), de Carla Andrade; Antologia Personal, de Astrid Cabral; Antologia Geografia Poética do DF, de Ronaldo Mousinho; Poemas da Bruxa do Taiyo 127 (Edição da Autora, 2008), de Lourdes Teodoro; Graal das Metáforas – Sonetos & Outros Poemas (Ed. Viena, SP, 2007/08); A Chegada de Patativa do Assaré ao Paraíso Sua Excelência o Cordel, de Rubênio Marcelo; O Incrível Acordo Entre o Silêncio & o Alterego, de Caco Ponte; Esfinge (Thesaurus), de Gisele Lemper; As Mulheres Gozam pelo Ouvido (Demônio Negro, SP, 2007), de Sylvio Back; Em Tons de Poesia (Thesaurus, 2008), de José Carlos Moreira da Silva; Metafísica do Encanto (Edição do Autor, 2008), de Diego Mendes Sousa; Do Azul mais Distante (Ed. Fresta, 2008), de Antonio Miranda; Ao Redor das Horas, de Maria de Lourdes Alba; Y Sus Horas Paganas, de Sofía Vivo; Tempo de Poesia, de Jussara Gabin; A Constituição da Poesia, de Fábio Carvalho; Poemas Partitura, de Al-Chaer; A Apoteose São Hermenegildo, de Leonardo Araújo Sampaio; Assim Caminha a Mediocridade, de Marcondes Sampaio; Estranhos Próximos, de Ésio Macedo Ribeiro; Degraus do Tempo, de Antônio Carlos Osório; Arqueolhar (LGE, 2005), de Alexandre Marino; Canalha! (Bertrand Brasil), de Fabrício Carpinejar; O Poema Quer Ser Útil, de Angélica Torres Lima; Sonnen, de Cássio Amaral; El Jabalí, de Daniel Chiron.

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VivoVerso homenageia Affonso Romano de Sant'Anna com o recital Fale-me de aAmor

VivoVerso vai homenagear o poeta Affonso Romano de Sant'Anna com o recital Fale-me de Amor

Uma ampla reflexão sobre qual o lugar, hoje, do poeta e da poesia será realizada no Simpósio de Crítica de Poesia, sob coordenação da poetisa e professora da Universidade de Brasília (UnB), Sylvia Cyntrão, do programa de pós-graduação do Departamento de Teoria Literária e Literatura UnB. O evento inicia na manhã desta quarta, 3, no Anfiteatro 9 do Instituto Central de Ciências (ICC/UnB), integrando a programação da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília.

Em 11 mesas temáticas, escritores, pesquisadores e artistas convidados irão abordar a poesia sob perspectivas distintas e em diálogo com outras práticas, como o jornalismo e as artes plásticas, assim como as constâncias, as retomadas canônicas, as variações e as mudanças da poesia brasileira. “A intenção é propiciar o contato com diferentes olhares estéticos”, explica Sylvia Cyntrão.

O Simpósio de Crítica de Poesia vai ocupar os dois turnos dos dias 3, 4 e 5, e após o debate da 11ª Mesa Temática será realizada a Seção de Encerramento, com uma apresentação do poeta, ensaísta e membro da Academia Brasileira de Letras, Antonio Carlos Secchin.

Homenagem – Integra ainda o programa do Simpósio, a palestra As muitas vidas e as muitas mortes da Poesia, que o poeta Affonso Romano de Sant’Anna fará na cerimônia de abertura da Bienal, na noite de quarta, 3, no auditório do Museu Nacional. Em seguida, o Grupo de Pesquisa de Poesia Contemporânea VivoVerso, da UnB, apresenta o recital poético-musical Fale-me de Amor.

O espetáculo, concebido e dirigido pela poetisa e professora Sylvia Cyntrão, é dedicado ao poeta e professor mineiro-carioca, A.R. de Sant’Anna, homenageado do Simpósio. Fale-me de Amor será reprisado na quinta-feira, 4, às 12 horas, no Anfi-9 da UnB, e no sábado, 6, às 17h, na Feira do Livro de Brasília, Shopping Pátio Brasil.

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Larissa Malty e Maira Oliveira em O Poema Quer Ser Util

Larissa Malty e Maira Oliveira em O Poema Quer Ser Util. Foto:Debora Amorm

O Cineclube do Café Balaio (201 Norte) entra no circuito a I Bienal Internacional de Poesia de Brasília, com três noites de Poemação temáticos, na quarta, quinta e sábado, com poetas e músicos brasilienses (Gisele Lemper, Paula Ziegler, Renato Matos e Cássia Portugal) e o cubano Javier Iglesias, mas também com a projeção de DVDs poéticos de Aristoteles España, Ronaldo Werneck, Tavinho Paes e Angélica Torres.

No dia 3, quarta, 20h, estarão em cartaz Nos Rodean, de Aristoteles España (Chile) – relato em versos da prisão do poeta, aos 17 anos, na Ilha de Dawson, pela polícia de Pinochet– e Noite Americana, de Jiddu Saldanha, sobre a poesia do mineiro Ronaldo Werneck, realizado nos bairros de Copacabana e Catete (RJ).

Quinta, 4, 20h, é a vez do dvd-book Psycho POP 1.0, de Tavinho Paes. São 19 poemas declamados e dramatizados pelo parceiro de Caetano (em Totalmente Demais) e de Lobão (em Rádio Blá), entre eles o belíssimo O Samba e os divertidos Os Momosexuais e Nós, Os Valérios.

E no sábado, 6, também às 20h, O Poema Quer Ser Útil, gravado por Fernanda Sarkis a partir do recital de poesias de Angélica Torres, com as atrizes Maíra Oliveira (Esquadrão da Vida) e Larissa Malty, trilha sonora composta e interpretada por Paula Zimbres e participação especial de Ellen Oléria.

PROJEÇÃO DE DVDS POÉTICOSde Aristóteles España, Ronaldo Werneck, Tavinho Paes e Angélica Torres, sempre às 20h, no Cineclube do Café Balaio (201 Norte). Entrada franca.

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Trinta e cinco artistas, entre poetas, artistas plásticos, designers e acadêmicos reúnem-se em torno da palavra, e também da sua ausência, na exposição de poesia visual OBRANOME II, que integra a I Bienal Internacional de Poesia de Brasília e homenageia o poeta visual e gráfico Wlademir Dias-Pino. A abertura será no dia 4 próximo, às 20h, e a mostra permanece aberta à visitação até 28 de setembro, no Museu Nacional do Conjunto Cultural da República.


OBRANOME é um desdobramento da exposição inaugurada em 2003, na Caixa Cultural de Brasília, pelo curador, artista plástico e diretor do Museu Nacional de Brasília, Wagner Barja. Nesta segunda edição, a mostra traz a Brasília obras de poetas de renome internacional, como os espanhóis Juan Arcon e Julio Plaza e os brasileiros Augusto de Campos e Wlademir Dias-Pino. Traz também artistas alinhados com as ações culturais mais recentes no Brasil e alguns que atuam especificamente em Brasília.


Segundo Barja, o instrumento de uso comum entre os expositores é uma afiada faca que corta o corpo da poesia. Assim nascem o poema-objeto, o poema-óptico, a escrita ideogramática, as experiências do Surrealismo, do Dadaísmo e da Pop Art, numa incansável e incessante multiplicação da aplicação da palavra e dos meios pelos quais ela pode ser expressa.


O curador explica ainda que cada uma dessas obras e nomes, “sem os quais não seríamos contemporâneos”, ora são segmentos da poesia ora das artes visuais, multiplicando-se em confluências as mais insuspeitas. “As palavras foram para o espaço, seja bidimensional, tridimensional, digital, eletrônico, a laser, em fotogramas, ou simplesmente na folha de papel”, enfatiza o curador, que acredita no poder de atração que OBRANOME II terá sobre estudantes e professores que estão lidando com a poesia.

De origem secular, partindo da poesia de Mallarmé, da vanguarda européia e da quebra de fronteiras com Marcel Duchamp, a poesia visual teve no Brasil nomes inaugurais, especialmente dentro do movimento da Poesia Concreta, com os irmãos Augusto e Haroldo de Campos, Dias-Pino, e Rogério Duarte. Para discutir sobre a poesia visual hoje e difundir os artistas e suas obras, OBRANOME II inclui a realização uma mesa redonda, no Auditório 2 do Museu, às 16h do dia 5/9. Participam do debate aberto ao público os artistas Alberto Saraiva, Al-Chaer, Armando Queiroz, Marcelo Sahea, Neuton Chagas, Rogério Câmara, Xico Chaves e Wagner Barja.


São expositores Wlademir Dias-Pino (artista homenageado da 1ª Bienal Internacional de Poesia), Adriana Cascaes, Al-Chaer (Alberto Vilela Chaer), Alberto Saraiva, André Santangelo, André Ventorim, Antonio Miranda, Armando Queiroz, Bené Fonteles, Elyezer Szturm, Francisco Kaq, Gê Orthof, Juan Alcon, Karina e Silva Dias, Marcelo Sahea, Milton Marques, Nanche Las-Casas, Neuton Chagas, Resa, Rodrigo Paglieri, Rogério Câmara, Roland Campos, Rubens Jardim, Silvio Zamboni, Suely Farhi, TT Catalão, Luís Turiba, Xico Chaves, Gustavo Magalhães, Polyanna Morgana e Sabrina Lopes do grupo Entreaberto.

(Colaborou a repórter Kakau Teixeira, da SEC/DF).


OBRANOME II – Exposição de 35 artistas visuais, no 1º andar do Museu Nacional. Abertura 4/9, às 20h. Visitação: 5 a 28 de setembro, terça a domingo, das 9h às 18h30. Mais informações com Wagner Barja (9618-8871; 3274-0734). Produção OBRANOME II: Márcia Oliveira (3325-6135). Contatos para agendamentos de visitas guiadas pelos telefones 3325-6410; 3325-5520.

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A partir do dia 2 de setembro, véspera da cerimônia de abertura da I Bienal Internacional de Poesia, os brasilienses já podem acompanhar alguns eventos que invadem a cidade, integrando a grande festa literária.

No Espaço Cultural Mosaico, na SCRN 714/15 Norte, ocorre na terça-feira às 21h30, o Poemação Mosaico, com a participação dos poetas diplomatas e estrangeiros residentes em Brasília Eduardo Mora-Anda (Equador); Wilfredo Machado (Venezuela); Carlos Guerrero e Maria Romeu (México); Alfonso Hernández (Espanha); Javier Iglesias (Cuba) e participação especial do músico brasiliense George Durand.

As ilustrações de Zenilton Gayoso, para os livros do diretor da Biblioteca Nacional e coordenador-geral da I BIP, Antonio Miranda, também podem ser vistas no local a partir desta data. A produção é de Daniela Gonçalves e Rangeria Amorim.

Até o dia 12 de setembro o colecionador e curador Paco Cac realiza a Mostra Revistas de Poesia, com cerca de 50 exemplares que refletem a diversidade dos projetos poéticos surgidos nos últimos 50 anos. Na Sala de exposições da Biblioteca Central da Universidade de Brasília, de segunda a domingo, de 9 a 18h.

Desde o dia 1º até 5 de setembro, o público pode acompanhar à Oficina Cênica Poemusicadançando, ministrada pela professora Soraia Silva no Departamento de Artes Cênicas do Instituto de Artes da Universidade de Brasília, de 19h30 a 21h.

A exposição Utopia da Modernidade: de Brasília à Tropicália, que ocupa o Museu Nacional (de terça a domingo, de 9h a 18h30) e a Praça do Conjunto Cultural da República, continua aberta com grandes esculturas, painéis, objetos históricos e cenários pós-modernos sobre a cidade inventada por Lucio Costa e Niemeyer. A curadoria é de Ana Queiroz, com participação da Casa da Cultura da América Latina, DEX-UnB e SEC/GDF


De repente, rap no SESC – Também no dia 2 de setembro, às 20h, o grupo de rap e hip-hop Família Pr-15, vai dividir o palco do Teatro Newton Rossi, no SESC Ceilândia, com os repentistas nordestinos Chico de Assis e João Santana, radicados na cidade há 15 anos.

A Família Pr-15 surgiu em 1999, quando o grupo social Se Liga Galera iniciou o projeto escolar Oficina de Rap, com o objetivo de manter adolescentes afastados de drogas e da criminalidade. João Santana, formado em artes cênicas e cantador de repentes, já ministrou curso de poesia em Literatura de Cordel na Universidade de Dili, no Timor Leste.

Para assistir a apresentação, basta levar 1 kg de alimento não-perecível (exceto sal) e trocar pelo ingresso, a partir de 19h do dia do show, na bilheteria do teatro.

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A Mostra de Cinema Poesia da BIP despertou grande interesse nas escolas da rede pública do DF e no Programa Domiciliar Mala do Livro Federal. Vinte e cinco ônibus vão transportar estudantes e leitores para assistir os filmes das sessões diárias de 16h30, nos cinco dias de realização da Bienal. Além dos filmes, eles irão visitar as exposições de arte e poesia no Museu Nacional (Obranome2) e as da Biblioteca Nacional, participar das oficinas de poesia e conhecer os poetas participantes da Bienal.

Os filmes – Na semana do evento, o Cine Brasília vai projetar oito filmes de ficção e documentários, de longa e curta metragens, selecionados pela organização da BIP junto com o programador Fernando Adolfo. Assim, o público estudantil e os leitores da mala do livro vão ver, nas tardes de 4 e 7, três curtas-metragem e um média.

O primeiro é a animação O Poeta, de Paulo Munhoz, a aventura de um poeta que dialoga com o mundo e com o outro, e que ao final é julgado por Fernando “Pilatus” Pessoa e Paulo Leminski, e condenado à significação; em seguida, Cora Coralina – O Chamado das Pedras, de Waldir Pina, documentário sobre vida e a obra da poetisa goiana Cora Coralina, numa colagem de trechos selecionados de seus poemas e inserções de depoimentos.

Assaltaram a Gramática, de Ana Maria Magalhães e Ivan Chagas Freitas, apresenta os poetas Francisco Alvim, Paulo Leminsky, Waly Salomão e Chacal por meio de poemas, de forma ficcional e performática; homenageia a poeta Ana Cristina César e conta com as participações especiais de Perfeito Fortuna, Luiz Fernando Guimarães, Scarlet Moon e Alice Ruiz. A música é de Lulu Santos e Waly Salomão. Finaliza a sessão o filme-homenagem Viva Cassiano!, de Bernardo Bernardes, ao poeta santista-brasiliense Cassiano Nunes, falecido em 2007, com Cassiano Nunes, Antônio Cândido, Antunes Filho, Vladimir Carvalho e Renato Matos; música original de Hamilton de Holanda.

A SESSÃO DAS 20H traz, de 4 a 7, dois longas e dois curtas. Nos dias 4 e 5, Cruz e Sousa – O Poeta do Desterro (de Sylvio Back), sobre a vida de João da Cruz e Sousa, filho de escravos, fundador do Simbolismo no Brasil e considerado o maior poeta negro da língua portuguesa; e o curta A Babel da Luz (também de Back), em que a poetisa paranaense Helena Kolody faz, aos 80 anos, um auto-retrato artístico.

Nos dias 6 e 7, mais um curta sobre a poetisa goiana, o Cora, Doce Coralina (de Armando Lacerda e Vicente Fonseca), descrita em crônica por Carlos Drummond de Andrade e, após, toma lugar na tela Castro Alves – Retrato Falado do Poeta (de Silvio Tendler), uma ficção com situações de documentário, protagonizado por Bruno Garcia, que recupera a atuação do escritor nas lutas pela proclamação da República e pela abolição da escravatura.

Muitas pessoas estão pedindo que o Cine Brasília mantenha a mostra por mais tempo, já que a variedade de programas da Bienal vai dificultar que os filmes possam ser vistos. “Quero ver todos, mas também quero assistir e participar de vários recitais”, avisa Alexandre Marino e outros poetas. Fernando Adolfo sinaliza que o pedido será atendido.

Mais informações sobre a programação da Mostra de Cinema Poesia em http://www.bienaldepoesia.unb.br/filmes.html

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